Quatro municípios do centro-sul e alto sertão sergipano serão atendidos
4 de fevereiro de 2026 | 13:57
O Governo do Estado realizou nesta quarta-feira, 4, por meio da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC), o 6° sorteio para ampliação da prestação do serviço de entrega de água potável da Operação Carro-Pipa 2026.
Foram disponibilizadas oito vagas: uma vaga para o município de Monte Alegre de Sergipe e três vagas para atender Porto da Folha, no alto sertão, e duas para Poço Verde e duas para Tobias Barreto, no centro-sul sergipano. Realizado pela Coordenadoria de Resposta e Gestão de Desastres da SPDEC, o sorteio aconteceu de forma híbrida, com 11 participantes de forma online e apenas um presente. A ação foi realizada na Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil, em Aracaju.
Foram preenchidas todas as oito vagas disponíveis e quatro participantes classificados para o cadastro reserva, sendo dois para o município de Monte Alegre de Sergipe e dois para Porto da Folha.
O coordenador de Respostas e Gestão de Desastres da SPDEC, 2º Sargento Robson Rabelo, detalhou o andamento da ação. “Finalizado o sorteio, passaremos para a próxima etapa que é a publicação do resultado do sorteio no Diário Oficial do Estado, curso de capacitação dos novos sorteados, vistoria nos novos caminhões e por último a elaboração dos contratos para que até o final deste mês eles possam iniciar as atividades”, explicou.
Morador de Carira, no agreste central, o caminhoneiro Evandro Almeida Silva, 41, contou estar satisfeito em voltar a participar da Operação Carro Pipa. “Há cerca de 10 anos, prestei esse serviço para o Exército Brasileiro. Recentemente adquiri um caminhão e tinha pretensões de trabalhar aqui mesmo, no estado. Com a oportunidade oferecida pelo Governo do Estado, fui sorteado para o município de Porto da Folha e não vejo a hora de poder começar a trabalhar”, afirmou.
Na próxima quarta-feira, dia 4, será realizado um novo sorteio de lotes para pipeiros que estão a serviço do Programa Caravana da Água
2 de fevereiro de 2026 | 15:33
As atividades da Operação Carro-Pipa (OCP), integrante do Programa Caravana da Água, foram retomadas nesta segunda-feira, 2, com ampliação da demanda e investimento de R$ 8,8 milhões em 2026. A iniciativa do Governo de Sergipe, por meio da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC), garante o fornecimento de água potável a comunidades afetadas pela seca e pela estiagem em diversas regiões do estado.
Segundo a Defesa Civil estadual, a retomada do serviço ocorre após a conclusão dos trâmites necessários para a assinatura dos contratos com os pipeiros habilitados à prestação do serviço. Cada contrato tem validade anual e precisa ser renovado no início de cada exercício, assegurando a regularidade da operação.
Neste ano, a OCP deverá atender 11 municípios por meio de 45 caminhões-pipa. Atualmente, 39 veículos já estão em operação, e na próxima quarta-feira, 4, será realizado um novo sorteio de lotes para a inclusão de mais seis carros-pipa, ampliando a capacidade de atendimento. A Defesa Civil reforça que o acompanhamento das rotas, a fiscalização dos serviços e a renovação contratual são medidas essenciais para manter a qualidade do atendimento e a transparência na aplicação dos recursos públicos.
O subsecretário da Defesa Civil de Sergipe, coronel Luciano Queiroz, destacou a importância da retomada do programa e do reforço estrutural previsto para este ano. “A Operação Carro-Pipa é fundamental para garantir água às famílias que sofrem com os efeitos da seca e estiagem. Estamos retomando as atividades com planejamento, responsabilidade e ampliação dos investimentos, para assegurar que a água chegue de forma regular a quem mais precisa. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais o programa em 2026, ampliando o alcance e a eficiência do serviço”, afirmou.
O Governo de Sergipe também instalou uma estação meteorológica na área da festa, para fornecer dados em tempo real sobre precipitação, velocidade do vento, temperatura e umidade do ar
30 de janeiro de 2026 | 16:28
Antes mesmo do início oficial do Verão Sergipe 2026, a segurança já entrou em cena. Na manhã desta sexta-feira, 30, a Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC) realizou mais uma inspeção técnica nas estruturas montadas na Orla da Atalaia, em Aracaju, onde acontece a abertura do evento. A ação integra um conjunto de medidas preventivas adotadas pelo Governo de Sergipe para garantir a integridade de foliões, trabalhadores e visitantes.
A vistoria foi conduzida por uma equipe da Defesa Civil estadual, que avaliou palcos, áreas recreativas e demais estruturas temporárias instaladas no local, assegurando que os espaços ofereçam condições adequadas de uso durante os dias de evento, entre 30 de janeiro e 1º de fevereiro.
De acordo com o coordenador de Recuperação e Gestão de Cenários de Riscos da SPDEC, Moacir Sena, o foco principal da inspeção é a segurança estrutural, especialmente caso haja possíveis mudanças climáticas. “O maior intuito da vistoria é comprovar se a estrutura está preparada para suportar situações como chuvas ou ventos mais intensos”, explicou. Segundo ele, o resultado da avaliação foi positivo e atendeu às expectativas da equipe técnica.
Além da checagem física das estruturas, a Defesa Civil também reforçou o monitoramento climático durante o evento. O coordenador de Respostas e Gestão de Desastres da SPDEC, sargento Robson Rabelo, informou que uma estação meteorológica foi instalada na área da festa. O equipamento vai fornecer dados em tempo real sobre precipitação, velocidade do vento, temperatura e umidade do ar. “Mesmo sem previsão de chuva para o período do evento, a instalação da estação é uma medida preventiva, voltada exclusivamente para a segurança”, destacou.
O trabalho da Defesa Civil, no entanto, não se encerra com a vistoria prévia. Durante todos os dias de programação, equipes permanecem de prontidão, acompanhando o funcionamento das estruturas e monitorando qualquer situação que possa representar risco ao público. A atuação envolve ações de prevenção, mitigação, preparação e resposta rápida, caso seja necessário, garantindo que a festa transcorra com tranquilidade.
O Verão Sergipe 2026 é uma iniciativa do Governo do Estado e, nesta edição, será realizado em sete municípios sergipanos: Aracaju, Pirambu, Itaporanga D’Ajuda (Caueira), Pacatuba (Ponta dos Mangues), Estância (Abaís), Canindé de São Francisco e Barra dos Coqueiros.
Objetivo é garantir maior proteção à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança da população
27 de janeiro de 2026 | 16:47
Atendendo ao disposto no Decreto Federal nº 5.098, de 3 de junho de 2004, o Governo de Sergipe instituiu, por meio do Decreto nº 1.350, de 26 de janeiro de 2026, a Comissão Estadual de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Perigosos (CE-P2R2/SE).
A iniciativa visa fortalecer as ações de prevenção, planejamento e resposta a acidentes ambientais envolvendo substâncias perigosas em todo o território sergipano. A comissão tem como finalidade implantar, coordenar e acompanhar, de forma integrada, políticas e ações voltadas à redução de riscos, à capacitação técnica e ao atendimento rápido a emergências ambientais, além de otimizar recursos humanos, materiais e financeiros, garantindo maior proteção à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança da população.
O coordenador de Planejamento e Gestão de Riscos da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC), o capitão Fabiano Queiroz, destacou as atribuições da comissão. “Além da estruturação do P2R2, compete à comissão realizar o mapeamento de áreas de risco, definir protocolos de atuação para emergências, articular órgãos públicos e entidades privadas, promover campanhas educativas e ações de conscientização da sociedade, bem como analisar acidentes ambientais e propor medidas corretivas e preventivas”, explicou.
A CE-P2R2/SE será composta por representantes das secretarias estaduais da Casa Civil, do Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura (Sedurbi), do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac), da Saúde (SES) e da Segurança Pública (SSP/SE), além da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) e da Procuradoria-Geral do Estado. Também poderão participar, na condição de convidados, instituições federais e entidades especializadas, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a Marinha do Brasil e o Conselho Regional de Química (CRQ).
Capacitação
O decreto prevê, ainda, a criação de Comitês Técnicos e Grupos de Trabalho para tratar de temas específicos, a exemplo do transporte de produtos perigosos, do atendimento a emergências químicas, da regularização ambiental, da capacitação e da comunicação de riscos.
Segundo Fabiano Queiroz, as atividades da comissão terão início nas próximas semanas. “Oficiaremos as secretarias e os órgãos participantes para que indiquem seus membros titulares e suplentes. A partir disso, construiremos os grupos de trabalho e iniciaremos a capacitação de todos os envolvidos”, destacou.
De acordo com a subsecretária adjunta da Defesa Civil Estadual, tenente-coronel Flávia Emanuela Cruz, a criação da comissão é resultado de um processo de articulação institucional. “Tivemos uma atuação decisiva do Ministério Público do Estado de Sergipe (MPSE), que, após uma série de reuniões e diálogos interinstitucionais, contribuiu de maneira fundamental para atender à solicitação da Defesa Civil Estadual, voltada ao fortalecimento das políticas de prevenção de riscos e à proteção da população sergipana frente a emergências ambientais”, ressaltou.
Ações do Governo de Sergipe, por meio da Semac e da Defesa Civil, acompanham dados de forma constante para desenvolver iniciativas de prevenção
Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2025 às 10:25:00
Com o fim da quadra chuvosa começa a se aproximar o período de estiagem em Sergipe. Com tempos mais firmes e pouca incidência de chuvas, diversos municípios do estado sofrem historicamente com esta problemática. Neste sentido, o trabalho do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac) e da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil(SPDEC), faz um monitoramento direto para desenvolver trabalhos de prevenção e combate aos efeitos da seca.
Todo este trabalho tem como referência o Monitor de Secas, um processo que realiza o acompanhamento regular e periódico das condições climáticas em todo o território brasileiro. Os resultados desse monitoramento são consolidados e divulgados mensalmente por meio do Mapa do Monitor de Secas, que apresenta o diagnóstico em cada unidade federativa, com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A partir dele, cada estado complementa as informações com dados regionais, considerando suas especificidades climáticas e territoriais, com análises locais, como ocorre em Sergipe.
A meteorologista da Semac, Wanda Tathyana de Castro, explica como se dá este trabalho. “A validação, inicialmente, começa quando a ANA envia os dados, que mostram a situação da seca. Cada estado verifica através de mapas gerados nas instituições, pois como é algo de abrangência maior, às vezes, há erros, e os estados têm os dados mais assertivos coletados em cada localidade. A partir daí, enviamos um email informando se concordamos ou não com o traçado enviado. Fazemos um novo traçado, com uma justificativa, e enviamos para a ANA. É como se eles mandassem uma base, e a gente aperfeiçoasse”, afirma.
Em Sergipe, a validação do mapa é feita por um processo de acompanhamento contínuo da situação da intensidade de seca, que inclui análise de indicadores climatológicos e meteorológicos, hidrológicos e agrícolas, bem como a validação dos impactos da seca em diferentes setores da economia. A validação da intensidade de seca é feita pela Semac, através da Gerência de Meteorologia e Mudanças Climáticas, com contribuição da Rede de Observadores do Monitor de Secas de Sergipe, que registra a severidade da seca em vários municípios sergipanos. A rede voluntária garante que a perspectiva de quem vivencia a seca no dia a dia seja incorporada como complemento aos dados de monitoramento.
O monitor também tem uma função importante de tradução de dados. Muitos dos números recebidos se dão em uma linguagem mais técnica, de difícil acesso para a população em geral. A partir do trabalho da Semac, o monitoramento é disponibilizado em uma linguagem acessível, utilizando-se de cores e demais recursos, facilitando o entendimento público. “O objetivo é integrar o conhecimento técnico e científico existente em diferentes instituições estaduais, além disso, traduzir dados, informações que estão dispersos nas instituições parceiras, de modo a fortalecer os mecanismos de monitoramento. Os mapas que a gente elabora na secretaria são simples, o que, além de ter um cunho didático, já nos dá condição de avaliar a severidade da seca no estado, juntamente com os relatos advindos dos observadores distribuídos por Sergipe”, destaca o geógrafo agrometeorologista e climatologista da Semac, Elder dos Santos Lima.
Auxílio a ações
A partir deste monitoramento constante, os órgãos competentes têm acesso a indicadores e análises sobre a intensidade e a extensão da seca em Sergipe, o que possibilita a adoção de medidas direcionadas às regiões mais impactadas. A Defesa Civil Estadual é um destes órgãos. Com base nessas informações, os municípios podem, por exemplo, solicitar a decretação de Situação de Emergência, o que viabiliza a execução de ações específicas de apoio e resposta por parte das esferas municipal, estadual e federal.
O coordenador de Integração e Gestão de Recursos da Defesa Civil, Edivaldo Celestino, ressalta que a situação de emergência precisa seguir critérios. “Temos, hoje, a Portaria 260/2022, que traz todos os procedimentos para que os municípios decretem situação de emergência, temos, ainda, o S2iD, um Sistema Integrado de Informação sobre Desastres e, dentro dele, há uma comunicação e uma articulação entre os três entes da federação. Assim, para que a situação de emergência seja homologada pelo Estado e reconhecida pelo Governo Federal, o município deve comprovar, por meio de documentos, os danos e prejuízos públicos e privados decorrentes da seca ou estiagem”, pontua.
A Defesa Civil Estadual, no entanto, não atua sozinha. A partir do apoio dos seus braços municipais, todo o território sergipano consegue ser monitorado. Por isso, os coordenadores das Defesas Civis municipais são constantemente contactados, especialmente se tratando de regiões como semiárido, historicamente mais afetadas pela seca. A partir disso, diversas ações são planejadas.
A meteorologista Wanda reforça que este trabalho se dá de maneira conjunta, em prol do combate à seca nos municípios. “A partir dos dados, são definidas as ações, como o abastecimento por meio de carro-pipa, o que fazer para aquelas populações não passarem por tanta dificuldade na falta de chuva. É algo fundamental e estratégico para essas ações dos órgãos competentes do Estado, pelo bem-estar da população”, frisa.
Planejamento prévio
O Monitor de Secas tem previsões completas e que diferenciam os fenômenos em diversos tipos. Ele não apenas monitora os fenômenos climáticos, também os separa por tipos, gravidade e incidência. No caso da seca, por exemplo, é dividida em fraca, moderada, grave, extrema e excepcional. Assim, todos os meses, são divulgados, na íntegra, os dados do mês anterior. Com isso, os órgãos conseguem fazer um planejamento prévio, tendo a capacidade de monitorar de forma ampla o cenário em cada região e já definir ações que venham a ser tomadas de acordo com o cenário previsto.
Esforço contínuo
Desde 2020, a partir de uma orientação operacional da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, foi dado um embasamento nos processos de reconhecimento federal por seca, trazendo como critério de avaliação o mapa do monitor de secas. Tal parâmetro informa se o município está apto a ter o reconhecimento federal aprovado pela Secretaria Nacional. Isso tornou o processo de monitoramento constante ainda maior. “A partir desta orientação operacional, passamos, agora, a analisar todos os processos de situação de emergência com base nesse mapa disponibilizado mensalmente. Tornou-se mais um dos critérios de análise para a Defesa Civil e, por isso, é necessário que haja a avaliação definitiva e contínua”, conclui o coordenador de Integração e Gestão de Recursos da Defesa Civil.
Defesa Civil estadual e Corpo de Bombeiros analisam camarotes, arquibancadas e acessos de emergência para garantir tranquilidade e proteção durante a festa
13 de novembro de 2025 | 16:58
Equipes da Defesa Civil estadual e do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) realizaram, nesta quinta-feira, 13, uma inspeção técnica nas estruturas montadas para a prévia carnavalesca Pré-Caju 2025. Apoiado pelo Governo de Sergipe, o evento acontecerá entre os dias 14 e 16 de novembro, na Orla da Atalaia, em Aracaju.
A ação integra um conjunto de medidas preventivas adotadas pela gestão estadual para garantir a segurança de foliões, trabalhadores e visitantes. Durante a inspeção, as equipes técnicas verificaram as condições estruturais de camarotes, arquibancadas e demais instalações físicas, além das rotas de fuga, portões de revista e acessos para veículos de emergência.
O monitoramento de todo o espaço do evento vem sendo realizado de forma conjunta pela Defesa Civil do Estado e do município e Corpo de Bombeiros, em conformidade com as Políticas e Sistemas Nacional e Estadual de Proteção e Defesa Civil, instituídas pela Lei Federal nº 12.608/2012 e pela Lei Estadual nº 8.684/2020. A iniciativa também está alinhada ao planejamento operacional estratégico montado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).
O subsecretário da Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Queiroz, destacou a importância da ação. “É um monitoramento que garante que as estruturas estejam dentro dos parâmetros necessários, assegurando a integridade não apenas dos foliões, mas também das milhares de pessoas que vão trabalhar ou circular pela área da festa. As inspeções foram realizadas por meio de observações técnicas em campo, contemplando aspectos de segurança estrutural, acessibilidade, sinalização e medidas de controle de risco. Durante todo o processo, a nossa equipe da Defesa Civil manterá comunicação direta com os organizadores, permitindo a implementação imediata de ajustes, caso identificadas irregularidades”, detalhou.
Representantes do Corpo de Bombeiros, das Polícias Civil e Militar e da Defesa Civil debateram estratégias para fortalecimento da atuação conjunta
31/10/2025 I 19:06
Com o objetivo de garantir a segurança dos foliões e de toda a população, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) realizou uma reunião de alinhamento estratégico para a consolidação do planejamento operacional estratégico para o Pré-Caju 2025. Durante a tradicional prévia carnavalesca, mais de mil servidores do Corpo de Bombeiros, das Polícias Militar e Civil e da Defesa Civil estarão distribuídos pelo circuito e por toda a capital. A reunião ocorreu nesta sexta-feira (31).
Conforme a coordenadora operacional das delegacias da capital, Nalile Castro, o planejamento operacional vem sendo discutido com antecedência visando a segurança dos foliões e de toda a população. “Hoje estamos em mais uma reunião de alinhamento para o Pré-Caju. Todos os órgãos de segurança estão reunidos justamente para ajustar questões que já vêm sendo tratadas em encontros anteriores”, ressaltou.
O tenente-coronel Josebel Nascimento, representante da Polícia Militar, reforçou que o objetivo das instituições é proporcionar maior segurança não apenas para o aracajuano, mas também para os turistas que irão brincar no Pré-Caju. “A Polícia Militar já atua rotineiramente em grandes eventos e estamos preparados, a população conhece nossa atuação e nossa parceria com as demais forças. A perspectiva é de uma operação segura e de sucesso”, destacou.
Para garantir a segurança, as forças terão à disposição as câmeras do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), conforme detalhou o diretor da unidade, tenente-coronel José Luiz. “O Ciosp atuará com o monitoramento por meio de câmeras; serão seis equipamentos instalados em todo o percurso do evento, monitorados em tempo real pela nossa central. Esse acompanhamento permite o controle, verificação de tumultos e a identificação de situações de crimes”, ressaltou.
Segundo o tenente-coronel Douglas Moraes, representante do Corpo de Bombeiros, esta já é a quarta reunião. “Estamos ajustando detalhes para que cada instituição possa organizar suas ações de forma integrada, sem interferir no trabalho das demais. A previsão é que, possivelmente na próxima semana, cada instituição apresente oficialmente a parte operacional do seu planejamento. Por enquanto, seguimos em etapas de estudos e aperfeiçoamento”, explicou.
De acordo com a major Emanuela Cruz, representante da Defesa Civil do Estado, a reunião visa reforçar a integração entre os órgãos de segurança para que o evento seja realizado sem intercorrências. “Nós estamos reunidos com os órgãos de segurança para garantir uma festa segura para os sergipanos e para os turistas. Elaboramos um plano emergencial em caso de desastres, além de um plano de evacuação, bem como a verificação da segurança das estruturas dos camarotes. Essa integração é fundamental para assegurar que o evento ocorra de forma tranquila”, salientou.
Ainda conforme Nalile Castro, até a realização da tradicional prévia carnavalesca as forças de segurança estarão em contato direto com a organização do evento para que o Pré-Caju transcorra de forma tranquila. “Outras reuniões ainda ocorrerão para que possamos finalizar todos os detalhes, garantindo que a festa aconteça com tranquilidade e segurança para toda a população”, enfatizou a coordenadora operacional das delegacias da capital.
Números de emergência
Além de todo o planejamento operacional nas ruas e no circuito da festa, a SSP reforça a disponibilidade dos números de emergência 190, 193 e 198. “E apesar de ser um número de emergência utilizado em outros países, se o turista estiver aqui e ligar 911, a chamada cairá na nossa central, garantindo acolhimento e atendimento. Além das câmeras e do monitoramento de todo o circuito e do público, colocamos à disposição nossos números de emergência para dar conforto, apoio e atendimento à população e aos visitantes”, finalizou o tenente-coronel José Luiz.
Ação objetiva garantir a segurança no espaço, que funcionará de 3 a 26 de outubro, na Orla de Atalaia em Aracaju
3 de outubro de 2025 | 15:23
Profissionais da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC) realizaram, nesta sexta-feira, 3, a vistoria técnica na estrutura da Vila da Criança, localizada na Praça de Eventos da Orla da Atalaia, zona sul da capital, que será aberta ao público logo mais às 17h. Composta por engenheiros civis da SPDEC, a equipe verificou se os espaços recreativos montados correspondem aos projetos técnicos previamente apresentados, a fim de garantir a segurança dos frequentadores entre os dias 3 e 26 de outubro, período em que a vila estará funcionando.
O responsável pela equipe e coordenador de respostas e gestão de desastres da SPDEC, sargento Robson Rabelo, destacou pontos da vistoria. “O maior intuito da vistoria é comprovar se o estipulado nos projetos foi executado de forma integral, bem como garantir que a parte estrutural esteja devidamente segura, mesmo diante da ocorrência de chuvas e ventos um pouco mais intensos”, afirmou.
Ainda segundo o coordenador, o resultado da inspeção atendeu às expectativas. “Visitamos a minicidade, o teatro, cinema, a Aqua Nave, a piscina de bolinhas entre outros atrativos, bem como avaliamos a questão de aterramento e posicionamento das estruturas, e, com algumas observações feitas por nós, cujas correções já estão sendo realizadas, o espaço se encontra apto para receber o público”, frisou.
Realizada pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com o apoio da Netiz e Iguá, e patrocínio do Banese, a segunda edição da Vila da Criança acontece de 3 a 26 de outubro, das 17h às 22h, na Praça de Eventos da Orla da Atalaia, com acesso gratuito a uma ampla estrutura e diversas atrações voltadas para o público infantil e seus acompanhantes.
O processo de reconhecimento respeita etapas avaliadas pelos governos federal, estadual e municipal
14 de outubro de 2025 | 16:01
Nove municípios sergipanos, Carira, Frei Paulo, Pinhão, Poço Redondo, Poço Verde, Monte Alegre de Sergipe, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Glória e Tobias Barreto, estão com seus decretos de situação de emergência para estiagem e seca reconhecidos pelo Governo Federal. Esses mesmos decretos também passam pela homologação do Governo do Estado.
De acordo com o subsecretário da Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Queiroz, o processo de reconhecimento de uma situação de emergência se dá através das etapas nos âmbitos municipal, estadual e federal, e segue os critérios definidos pela Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC) e pela Portaria MDR nº 260/2022. “São esses os meios que regulamentam os procedimentos e requisitos para a declaração de Situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública”, explica.
O subsecretário ressalta que, ao constatar uma situação de anormalidade, como o prolongamento da estiagem, a Defesa Civil municipal precisa realizar a avaliação de danos, coletando dados, fotos, laudos e mapas das comunidades atingidas. “Em seguida, encaminhar o decreto municipal e os documentos comprobatórios à Defesa Civil Estadual e efetuar o cadastro no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD) para solicitar o reconhecimento federal. Após reconhecimento e validação, é permitida a execução das ações de resposta conforme o plano de trabalho. Ao final, é realizada a prestação de contas dos recursos recebidos e encaminhado os relatórios ao órgão competente, que é o governo federal”, pontua.
Desta forma, compete ao Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura (Sedurbi) e da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC), coordenar, orientar e prestar suporte técnico aos municípios, auxiliando no preenchimento de documentos, monitorando ações e intermediando a comunicação com o governo federal.
As atividades serão realizadas em três etapas, contemplando palestras, simulados e ações educativas voltadas à conscientização da sociedade e ao aprimoramento da atuação integrada entre os órgãos de resposta
9 de outubro de 2025 | 21:49
Visando contribuir com a política de ações de prevenção e mitigação de desastres em Sergipe, o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura (Sedurbi) e da Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (SPDEC), participará da programação da Semana Nacional de Redução de Desastres 2025. As atividades serão realizadas em três etapas, contemplando palestras, simulados e ações educativas voltadas à conscientização da sociedade e ao aprimoramento da atuação integrada entre os órgãos de resposta.
O secretário da Sedurbi, Luiz Roberto Dantas, destaca a atenção da gestão estadual. “O Governo do Estado vem fortalecendo as ações da Defesa Civil de diversas maneiras, a exemplo de seminários, cursos e capacitações voltadas às coordenadorias municipais, com o objetivo de ampliar a capacidade de promoção, preparação, mitigação, resposta e restabelecimento diante de situações de desastre, garantindo, assim, a integridade e a segurança da população”, ressalta.
A primeira etapa acontece nesta sexta-feira, dia 10, às 8h30, no Paço Municipal de São Cristóvão, em celebração aos 25 anos da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil. A convite da SPDEC, a especialista em emergências do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Dra. Isabele Vilwock Bachtold, ministrará a palestra ‘Proteção de Crianças e Adolescentes em Contextos de Desastres’.
Já a segunda etapa será realizada na próxima quinta-feira, 16, em parceria com a Energisa, a partir das 8h, na avenida Augusto Maynard, bairro São José, em Aracaju. A ação consiste em um simulado de queda de árvore energizada em via pública com vítimas, e contará com a participação da SPDEC, do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), Polícia Militar, Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Aracaju, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT/Aju) e Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb).
O subsecretário estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Queiroz, ressalta a relevância dessa etapa. “O simulado objetiva reforçar o alinhamento e ampliar o entrosamento entre os órgãos envolvidos em ocorrências com queda de árvores na rede elétrica, assegurando respostas ágeis e com o menor impacto possível à população, além de aprimorar as técnicas dos profissionais que atuam nesse tipo de situação”, explica.
Encerrando a programação, a terceira etapa ocorrerá entre os dias 29 e 31 de outubro, no município de Canindé de São Francisco, no alto sertão sergipano. Em parceria com a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), serão realizadas palestras educativas em escolas públicas locais, nos dias 29 e 30, abordando o plano de evacuação da usina. No dia 31, a partir das 8h30, ocorrerá um simulado de mesa com teste de sirenes.